O Chelsea venceu uma batalha importantíssima ao derrotar o Arsenal e a vantagem que leva é muito confortável mas tem que continuar a ambicionar pelos próximos três pontos. O Burnley fez de Turf Moor uma fortaleza, onde só perdeu três vezes esta temporada. Razão mais do que suficiente para Sean Dyche e os seus homens terem esperança de conseguir uma surpresa.

É quase como se o Burnley FC tivesse duas equipas. Uma que é dominante, quando joga em casa, e outra enfrenta grandes dificuldades, cada vez que tem que ir fora. A segunda versão ainda não conseguiu vencer um jogo – tem dois empates e onze derrotas. Já a primeira só foi derrotada três vezes em Turf Moor – pelo Swansea (0-1), logo na jornada de abertura da Premier League, Arsenal (0-1) e Manchester City (1-2) – e todas pela margem mínima. Mas foram claramente exceções (11V/ 1E/ 3D).

Na última jornada os Clarets foram perder a casa do Watford (2-1), para não variar. Deeney e Niang adiantaram a formação da casa ainda na primeira parte e Ashley Barnes só conseguiu reduzir já perto do fim, na conversão de uma grande penalidade. O Burnley está no décimo segundo lugar da Premier League, nove pontos acima da linha de água, o que é bastante confortável. E toda a estrutura está consciente que essa margem advém de tirar máximo partido do fator caso.

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Os reforços garantidos nos últimos dias de mercado aberto – Robbie Brady e Ashley Westwood – podem fazer aqui a sua estreia com o novo clube. Dean Marney, Kevin Long e Steven Defour são as baixas por lesão. Jeff Hendrick fica de fora por castigo.

Onze Provável: Heaton – Lowton, Keane, Mee, Ward – Boyd, Westwood, Barton, Brady – Barnes, Gray.

A vitória sobre o Arsenal (3-1), no sábado passado, foi uma batalha importantíssima para o Chelsea por variadíssimas razões. Para começar foi uma resposta à altura ao desaire do início da temporada, quando a equipa de Antonio Conte foi arrasada no Emirates e teve que se assumir na mudança para encontrar o seu caminho ganhador. Foi também uma afirmação de força: em duas semanas consecutivas os Blues enfrentaram dois dos concorrentes ao título e saíram reforçados desses embates. E por fim, porque reforçou também a posição isolada na frente da classificação. O Chelsea soma cinquenta e nove pontos ao fim de vinte e quatro jornadas, nove a mais que o perseguidor mais próximo, o Tottenham. Gunners e Reds já estão a doze e treze, respetivamente. Dito isto, ainda há quase quatro meses de campeonato pela frente e o desafio, daqui em diante, é manter nos jogadores a ambição de conquistar os três pontos a cada jornada. Basta ver como Conte festeja cada golo e cada triunfo com os adeptos. Pode já fazer parte da personagem mas serve de lembrete: cada ponto conta, cada golo é mais um passo em direção ao título. Marcos Alonso está a assumir um papel determinante, a marcar golos em lances de bola parada que muitas vezes ajudam a desbloquear um encontro. Foi o que aconteceu no último jogo. Eden Hazard e Cesc Fàbregas completaram a contagem para os Blues, antes de Giroud fazer o golo de honra para os visitantes já em cima do minuto noventa.

O plantel não tem nenhuma limitação. Até ao final de fevereiro o Chlesea joga fora com o Burnley e Wolverhampton, a contar para a Taça de Inglaterra, e recebe o Swansea.

Onze Provável: Courtois – Azpilicueta, David Luiz, Cahill – Moses, Matic, Kanté, Alonso – Pedro, Diego Costa, Hazard.

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Fontes:

http://www.asmelhoresapostasonline.com

www.academiadasapostas.com

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